Dieta mediterrânea foi avaliada por pesquisadores, e recomendada para utilização em casos de sindrome metabólica.
Aumento de Peso

O aumento de peso excesso de peso em crianças é um problema significativo de saúde pública global, cerca de 10% das crianças em idade escolar, e mais de 22 milhões de crianças menores de 5 anos, estima-se que tenham sobrepeso ou já são obesas. Embora a prevalência absoluta da obesidade infantil varia entre e dentro dos países, os níveis de obesidade em considerando o aumento de peso estão aumentando no mundo todo.
A comercialização de alimentos para crianças tem sido reconhecida como um fator que contribui para o desenvolvimento da obesidade infantil, juvenil e de adolescentes, e é considerada uma importante área para se atuar na prevenção da obesidade. As revisões sistemáticas têm mostrado que o marketing gera crenças positivas sobre os alimentos anunciados e influenciam nas preferências alimentares das crianças, juvenis e adolescentes, e com freqüência as crianças solicitam aos seus pais ou parentes, que os adquiram. Estes resultados causam preocupação porque os alimentos anunciados são tipicamente a antítese das recomendações dietéticas. Evidências de pesquisas psicológicas indicam que as crianças, particularmente aquelas com menos de oito anos, não estão totalmente conscientes da intenção persuasiva do marketing de alimentos e tendem a aceitar a publicidade como verdadeira, precisa e imparcial. As crianças mais velhas, embora possam entender que a publicidade se destina a vender um produto, podem não ser capazes de interpretar essas mensagens de forma crítica.

 

Poucos estudos têm comparado os padrões internacionais de publicidade de alimentos televisiva para crianças. Um deles constatou que alimentos e bebidas foram os mais altamente divulgados e que os produtos de confeitaria, cereais matinais e alimentos desidratados, os restaurantes de fast-food responsáveis por mais da metade de todas as propagandas de alimentos apresentadas na televisão. Numa análise de técnicas de marketing persuasivas, como o uso de personagens e brindes promocionais na publicidade televisiva do mundo todo, foi observado que são mais veiculadas em publicidades de alimentos não saudáveis e durante os períodos de transmissão mais populares entre as crianças. Em um estudo, se descobriu que a taxa de propaganda de alimentos não saudáveis contendo prêmios foi 18 vezes mais elevada do que as outras propagandas, no horário mais popular entre as crianças, e duas vezes mais alta durante o horário mais popular entre os adultos.

 

As crianças foram expostas a altos volumes de publicidade televisiva de alimentos não saudáveis, com técnicas persuasivas que influenciam as crianças. Devido a estas ligações comprovadas entre a publicidade de alimentos, e a preferência e consumo, estes achados dão suporte para a regulamentação da publicidade de alimentos durante as horas de grande audiência de crianças. Não se envolva com o aumento de peso em nenhuma fase de sua vida, pois os resultados negativos serão desastrosos e acompanhados de doenças graves como diabetes, hipertensão arterial, pressão alta, colesterol, obesidade abdominal que é mais grave que a obesidade de revestimento de nosso organismo e problemas cardiorrespiratório e metabólicos.

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Obesidade

O maior risco não necessariamente é o ato primário da 1ª cirurgia bariátrica, não é raro necessitar outras,  o índice até não é alto de morbidade, entretanto, os próximos meses seriam inesquecíveis se der tudo certo. Tenha certeza absoluta deste fato, pois o percentual de risco começa a desabrochar de forma séria, e claro no que se referem a problemas, muitas vezes nem previstos, mas cada Ser humano é único e não apresentam as mesmas características de respostas em qualquer situação.

 

É claro que não estamos desaconselhando a última alternativa de uma situação crítica, cíclica e inevitável, mas, tenha certeza de dividir a responsabilidade com seu médico que é a pessoa mais indicada para lhe orientar a execução ou não deste ato cirúrgico sério. É muito comum pessoas sem indicações precisas forçarem a “barra” no sentido de efetuarem atitudes extremas para situações não extremas, é claro que a consciência do médico falará mais alto. Avalie com bom senso os próximos fatos que inevitavelmente iram se instalar: A cirurgia bariátrica não é certificado de garantia anti-obesidade, até porque no prazo curto de alguns anos nosso estômago aumenta em até 20 vezes o tamanho da camara digestoria proposta no ato da cirurgia bariátrica.

 

Além disto, alguns hormônios envolvidos,  como a Ghrelina não é só produzida no estômago, e esta substância é responsável pela estimulação da fome. O Ser humano que se propõem a efetuar uma cirurgia deste porte terá que seguir “ipsis litere” a orientação de seu médico para evitar o aumento da extensão do problema, terá que se preparar e se conscientizar que a vida não será idêntica a sua situação anterior, mesmo que precária, muito menos após o ato cirúrgico bariátrico devido sua agressividade.

 

O fato é que a medicina ainda não domina todos os conhecimentos de nossos órgãos, principalmente o digestivo que é a porta de entrada de nosso sustento como seres humanos. Por isso escute muito bem o que seu médico irá lhe advertir e aconselhar, e numa situação extrema, saiba que enfrentará uma situação grave.

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Metabolismo Obeso

Tudo começou com as observações do DR.G.Heaven-Stanford University – Califórnia 1987, ao perceber uma estranha conhecidência preocupante com um grupo de pacientes, que apresentavam obesidade abdominal (visceral) ou obesidade geral, associada, a problemas com alterações de lipídios, colesterol, e suas frações, triglicérides, diabetes não necessariamente dependentes de insulina (tipo 2) e hipertensão arterial, geralmente com doenças cardíacas, isto tudo no final da década de 80 e inicio de 90.

 

Nesta época nosso grupo possuía mais de 15 anos de formados, com quase todos os títulos científicos possíveis no Brasil e com diversos títulos e estudos internacionais e o grupo achavam no mínimo exóticos a falta de preocupação com a qualidade de vida dada aos pacientes comprometidos com tais doenças mesmo que até então como moléstias reconhecidas pela OMS separadamente, algumas delas como as obesidades, um grande numero  de nossos colegas aventavam a possibilidade de ser  puro desleixo de seus portadores, ou desvios de condutas; ledo engano, pois quem participava das reuniões internacionais, já percebia algo de errado com as interpretações até então vigentes.

 

Com o decorrer de cada ano, fomos visualizando o imenso monstro que se preparava para assolar países ricos e pobres, indistintamente e de forma assustadora, pois se aninhava atrás de um nomezinho bem despretensioso “SINDROME METABÓLICA”. Quando nos demos conta do problema, percebemos que era a ponta de um imenso Iceberg, que destruía as pessoas muitas vezes de forma irreversível. Não existe nenhuma duvida que temos que tomar uma serie de atitudes preventivas já, a começar por cuidados com exercícios fiscos adequados, alimentação e tudo mais que todos estão cansados de saber; o acumulo de gordura abdominal está sabidamente associado a maior prevalência de desarranjos metabólicos, hormonais, inflamatórios, no aparecimento de problemas microvasculares e impacto negativo sobre os órgãos-alvo, particularmente sobre o eixo cardiorrenal; sabemos também que a determinação genética da gordura visceral influencia, além dos possíveis distúrbios neuroendócrinos e metabólicos, possam condicionar a deposição de tais gorduras.

 

Assim, as influencias ambientais, endócrinas e genéticas virão facilitar em sua forma mais diversificada toda a expressão da síndrome metabólica, através do impacto no peso, especialmente da gordura visceral, sobre as demais doenças, incluindo a resistência periférica a insulina.

 

Mas, no meio desta desordem orgânica estabelecida, muitos cientistas além de preocupados tomam atitudes encorajadoras, então vejamos: recentemente foi lançado no mercado Europeu um medicamento revolucionário para síndrome metabólica,  usando receptores (captadores específicos de substancias), até então não utilizados ou seja : CB1 para síndrome metabólica, DPP-4 de ação especifica nas células beta pancreática, e outros hormônios como o glucagon, neste segmento são diversas novidades, além de associações com outras substancias já utilizadas.Gostaria de passagem apenas registrar que não somos contra a cirurgia bariátrica (cirurgia para diminuição do estomago), entretanto é uma situação extrema, sem volta na maioria dos casos, com um índice de riscos importantes de efeitos secundários, mas que em casos extremos “restam poucas alternativas”, além de  estar em um patamar não muito claro à longo prazo, principalmente com a evolução terapêutica  medicamentosa ter novidade quase todos os dias.

Metabolismo obeso

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Obeso Hipertenso

O café, nossa principal fonte de cafeína, é utilizado por milhares de pessoas com o intuito de permanecerem alertas. Além da cafeína, o café contém quase 400 outras substâncias químicas, inclusive quantidades muito pequenas de várias vitaminas, minerais e taninos. Porém com o processo de torrefação a cafeína por ser uma substância termoestável não é perdida, como ocorre com as outras substâncias.

 

O café contém poucas calorias. Em uma xícara de 168 ml de café sem açúcar contém somente 04 calorias. Há muito tempo se tenta relacionar o hábito de beber café com alterações cardiovasculares. A hipertensão arterial sistêmica ou pressão alta é muito prevalente em todas as populações do mundo e está relacionado com hábitos alimentares, principalmente com o consumo exagerado de sal. O café por ser uma bebida de grande consumo mundial acaba gerando muitas dúvidas em relação aos seus benefícios ou malefícios.

 

A primeira coisa que vem à cabeça das pessoas quando se fala em café é nos efeitos da cafeína. Estudos mostram a associação entre o consumo habitual de café com o risco de hipertensão e concluíram que consumir mais do que 3 xícaras de café por dia não está relacionado ao aumento da pressão arterial, hipertensão arterial sistêmica. Para chegar aos resultados, os cientistas analisaram seis estudos realizados anteriormente, com um total de mais de 170.000 pessoas. Em cada estudo, os participantes tinham que responder quantas xícaras de café era consumido por dia.

 

Os voluntários foram acompanhados durante 33 anos. Os resultados mostraram que aqueles que consomem habitualmente mais de três xícaras por dia não tiveram um aumento na incidência de hipertensão arterial sistêmica ou pressão alta, quando comparados com aqueles que consumiam menos de uma xícara por dia. A hipertensão arterial sistêmica ou pressão alta está mais associada á má qualidade da alimentação, ou seja, o consumo excessivo de sódio na dia a dia que é encontrado principalmente no sal de cozinha e nos alimentos industrializados.

Nutrição – Clinica Van Der Haagen Brazil

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